Neovício
O Movimento Pensou Mulher Pensou Abril já abordou o F.O.M.O. e a nomofobia e destaca o desejo de uma vida menos virtual por meio da tendência Olho no Olho, que sugere a desconexão total da tecnologia. Radical? Sim. Em tempos contemporâneos, a tecnologia parece essencial para tudo. Não é e em excesso faz mal, causa dependência, e patologias como as citadas aqui acima. A revista Lola de outubro, abordou o assunto da nomofobia, na matéria “Fora de área” , de Cristina Nabuco, com ilustrações de Alex Gross.
Ali, está explicado que “um nomofóbico clássico tem dificuldade de conter os arroubos de fazer uma ligação, mandar um torpedo, navegar na rede. Fica abrindo e fechando o aparelho o tempo todo. Pode jurar que ele estava tocando ou vibrando, aí corre para atender e percebe que foi imaginação”. É o seu caso? Então é bom ficar atento. A matéria indica o livro iDisorder, do psicólogo americano Larry Rossen, que aborda os transtornos causados e potencializados pelo uso excessivo de iPhones e afins. E reporta que “três em cada dez mulheres abririam mão da vida íntima (sexual) pelo smartphone, conforme pesquisa global da Ipsos com 19 271 adultos de 25 países”. Grave.
É bom ficar de olho em seus hábitos. E – quem sabe- experimetar um detox digital. Para saber mais sobre a dieta, clique aqui. Para ganhar inspiração e coragem, clique aqui e confira o vídeo Lost memories.




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