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	<title>Blog das editoras</title>
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	<description>Um link direto com as editoras das revistas femininas da Abril Midia</description>
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		<title>Será que elas conseguem?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 22:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cynthia Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos tendo filhos cada vez mais tarde. A idade média da primeira gravidez no Brasil é de 26,8 anos. Entre as mulheres com maior instrução essa média beira os 30, e as supergraduadas só vão se tornar mães com 34, 35 anos. A primeira análise desse cenário, fruto da opção de adiar a maternidade em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12500" class="wp-caption aligncenter" style="width: 636px"><a href="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/2013/02/26/sera-que-elas-conseguem/gravidez-tardia/" rel="attachment wp-att-12500"><img class="size-full wp-image-12500" src="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/files/2013/02/gravidez-tardia.jpg" alt="" width="626" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p>Estamos tendo filhos cada vez mais tarde. A idade média da primeira gravidez no Brasil é de 26,8 anos. Entre as mulheres com maior instrução essa média beira os 30, e as supergraduadas só vão se tornar mães com 34, 35 anos. A primeira análise desse cenário, fruto da opção de adiar a maternidade em favor do estudo e da carreira, é positiva.</p>
<p>Controlamos o relógio biológico e planejamos quando vamos casar e procriar. Se perguntarmos a uma jovem recém-chegada ao mercado quando ela pretende engravidar, a resposta mais comum será: &#8220;Quando estiver estabelecida na carreira&#8221;. Parece lógico. A questão que aparentemente escapa dessa equação é que, quanto mais estabelecida na carreira estiver, maior será seu compromisso com o trabalho, seja ele em uma corporação ou um empreendimento próprio. Quanto mais bem-sucedida, maior sua responsabilidade &#8211; e maior o conflito pela divisão do seu tempo.</p>
<p>Se junto com o sucesso houver a devida recompensa financeira, a mulher que planejou engravidar mais tarde poderá pagar uma babá (veja bem: isso por enquanto, visto que essa profissional se torna cada vez mais rara e cara). Mesmo assim, e apesar do eventual apoio esforçado de um marido, seu tempo continuará curto para as demandas da dupla função. Principalmente as afetivas.</p>
<p>Na comédia <em>Não Sei Como Ela Consegue</em>, dirigida por Douglas McGrath (2011), a executiva do mercado financeiro interpretada por Sarah Jessica Parker é uma profissional brilhante e mãe apaixonada de duas crianças pequenas. Tem um emprego que adora, um marido maravilhoso e uma rotina de louca. Passa as noites em claro fazendo listas mentais sobre todas as tarefas domésticas e corporativas que terá que cumprir no dia seguinte. Tem uma crise de choro quando perde o primeiro corte de cabelo do filho caçula para a baby sitter e a confiança da filha mais velha por faltar a sucessivos eventos escolares.</p>
<p>Soa familiar? Já testemunhei uma colega inconsolável por ter que optar entre o almoço com um cliente e a quadrilha da festinha junina do filho. E flagrei uma vice-presidente chorando no banheiro depois de receber um telefonema cruel da orientadora da escola para informar que ela era a única ausente no Dia das Mães da turminha.</p>
<p>Uma alta executiva de uma empresa sensível à causa materna, que mantém uma creche interna para as crianças das funcionárias, conta que muitas vezes, com a agenda sobrecarregada, não consegue um único intervalo para ir ver a filha, que passa os dias ali, e sente o coração apertado ao saber que outros pequenos receberam a visita das mães. Veredito: culpadas.</p>
<p>A vice-presidente do Facebook, Sheryl Sandberg, confessou que só muito recentemente assumiu que costuma parar de trabalhar às 17h30 em ponto, seja lá o que estiver fazendo, para ir buscar os filhos na escola. Orgulha-se de, finalmente, ter conseguido se dar essa permissão e, em particular, de ter constatado que isso não a tornou menos produtiva e competente.</p>
<p>Soa inspirador? A mulher contemporânea já decidiu quando ser mãe. Falta aceitar os limites que a maternidade impõe e, com o devido suporte do mercado, sofrer menos no desempenho desse papel. Ou continuará a passar noites insones ao lado da sua culpa.</p>
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		<title>As neodarwinistas</title>
		<link>http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/2013/01/30/as-neordawinistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 15:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cynthia Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem adianta ter saudade do tempo em que o trabalho era das 9 às 5 e, uma vez fora da empresa, as preocupações e pendências ficavam em estado de suspensão, magicamente congeladas até a manhã seguinte. Hoje, você pode definir qual será o seu expediente físico, mas não controla o virtual. Pode se esforçar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 636px"><a href="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/2013/01/30/as-neordawinistas/telefone-editada/" rel="attachment wp-att-12401"><img class="size-full wp-image-12401 " src="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/files/2013/01/telefone-editada.jpg" alt="Foto: reprodução Advertising from the Mad Men Era (ed. Taschen)" width="626" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução Advertising from the Mad Men Era (ed. Taschen)</p></div>
<p>Nem adianta ter saudade do tempo em que o trabalho era das 9 às 5 e, uma vez fora da empresa, as preocupações e pendências ficavam em estado de suspensão, magicamente congeladas até a manhã seguinte. Hoje, você pode definir qual será o seu expediente físico, mas não controla o virtual. Pode se esforçar para &#8220;não levar trabalho pra casa&#8221;, como se dizia nos velhos tempos, mas será levada por ele onde quer que esteja, em qualquer circunstância.</p>
<p>No mundo da hiperconexão, o seu emprego, atividade ou negócio ficam 24 horas com você, 24 horas em você. A autodisciplina pode ajudá-la a desplugar nos momentos em que sua sanidade exigir, mas, por estar a um clique do seu dedo (polegar, se tiver menos de 30, ou indicador, se for mais crescidinha), sua profissão e você se fundiram inexoravelmente.</p>
<p>E é daí que vem uma boa notícia: nessa grande mudança de era em que vivemos, mulheres contemporâneas decretaram que o trabalho será seu melhor amigo. Para selar essa compatibilidade entre trajetória profissional e pessoal, elas decidiram que, muito mais do que dinheiro ou aparente sucesso, o trabalho deve trazer alegria e ter um propósito. Se eu e meu ganha-pão vamos dormir e acordar juntos, que nossos sonhos sejam leves e comuns.</p>
<p>A felicidade que as mulheres inovadoras entrevistadas pelo movimento <strong>Pensou Mulher Pensou Abril</strong> (a área de pesquisa de comportamento feminino da Abril Mídia) estão buscando no trabalho chama-se sentido. Não para justificar o sacrifício da empreitada, mas exatamente para que não haja sacrifício &#8211; e sim satisfação antes, durante e depois.</p>
<p>O que está sendo valorizado e questionado não são apenas as finalidades nobres mas a ética e a consistência da jornada. O que eu quero com isso? Posso fazer melhor? Vai me fazer bem? E aos outros? Ao acreditarem que o trabalho é ao mesmo tempo prazeroso e poderoso &#8211; além de essencialmente transformador de si próprias, das pessoas que a cercam e da sociedade em geral -, as <a title="Neodarwinistas" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/neodarwinistas" target="_blank">neodarwinistas</a> (como a tendência foi batizada pelo movimento <strong>Pensou Mulher Pensou Abril</strong>) estão em processo de seleção natural em sua evolução pessoal: descartam o que não serve para seu objetivo de vida e investem em seus melhores recursos e talentos.</p>
<p>Olhe em volta e veja quantas delas estão mudando de carreira, de emprego, de ideia. Muitas se tornaram autônomas, tanto na definição da forma de trabalho eleita como no sentido literal da palavra. E deixaram a segurança das carreiras lineares para optar por projetos mais criativos e gratificantes.</p>
<p>A mulher brasileira está entre as mais empreendedoras do mundo. Têm, entre 18 e 24 anos, as maiores taxas de participação no universo dos novos negócios. É uma característica das novas gerações que está inspirando as anteriores. Exige disposição, determinação e coragem. Mas, no final do dia, gera seres humanos melhores para perpetuar a nossa espécie.</p>
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		<title>O abismo entre as gerações</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 18:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cynthia Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sabe qual a coisa mais estranha de ter um emprego? É que você precisa estar lá todos os dias, mesmo quando não está a fim.&#8221; (Jessa Johansson, 20 e poucos anos, personagem do seriado Girls, da HBO.) &#8220;Minha licença-maternidade será de poucas semanas e eu trabalharei durante todo esse tempo.&#8221; (Marissa Mayer, 37 anos, nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 636px"><img class="size-full wp-image-11361" src="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/files/2013/01/jessa-johansson.jpg" alt="Jessa Johansson, 20 e poucos anos, personagem de Girls | Foto: Reprodução HBO" width="626" height="421" /><p class="wp-caption-text">Jessa Johansson, 20 e poucos anos, personagem de Girls | Foto: Reprodução HBO</p></div>
<p>&#8220;Sabe qual a coisa mais estranha de ter um emprego? É que você precisa estar lá todos os dias, mesmo quando não está a fim.&#8221; (<em>Jessa Johansson</em>, 20 e poucos anos, personagem do seriado <a title="Girls, HBO" href="http://www.hbo.com/girls" target="_blank">Girls</a>, da HBO.)</p>
<p>&#8220;Minha licença-maternidade será de poucas semanas e eu trabalharei durante todo esse tempo.&#8221; (<em>Marissa Mayer</em>, 37 anos, nova CEO do Yahoo!, que assumiu o cargo grávida de seis meses.)</p>
<p>O que separa as duas declarações acima, além do fato óbvio de pertencerem a universos distintos &#8211; a primeira à ficção e a segunda ao mundo real -, é o abismo de uma geração e sua forma antagônica de encarar o que chamamos de trabalho.</p>
<p>As duas mulheres, tanto a verdadeira quanto a fictícia, são exemplares. E, embora pareça estranho comparar um personagem irreverente de série de TV com uma das executivas mais bem-sucedidas do Vale do Silício, as duas são notícia e polêmica fresquinhas na mídia que nos ajudam a refletir sobre presente e futuro das carreiras das mulheres.</p>
<p>Para começar, é bom deixar claro que pouquíssimas executivas chegam aonde Marissa chegou, mas é inegável que a vontade, a ambição e a energia da moça, avis rara no mundo masculino da tecnologia, são modelos inspiracionais para as meninas superpoderosas X (que têm hoje 30 e muitos e 40 e poucos anos), comprometidas até o último fio de cabelo com a atividade profissional.</p>
<p>Jovens brilhantes, como Marissa ou como Sheryl Sandberg, a segunda alta executiva do Facebook, acreditaram (e ainda acreditam!) que as mulheres podem tudo e colocaram na mesma bolsa (de grife) o prazer do trabalho e da vida pessoal, não distinguindo direito onde começa um e termina o outro. Elas não encaram como sacrifício o fato de passar mais tempo no escritório do que em casa (mesmo que, a exemplo de Marissa, a casa seja uma espetacular cobertura no hotel Four Seasons, em São Francisco, Califórnia). O divertido é trabalhar. A adrenalina e o encantamento vêm da atividade frenética diária, do coletivo corporativo, do poder e da conquista.</p>
<p>Guardado o devido respeito ao sucesso &#8211; que só poucas, como Marissa ou Sheryl, obtêm -, o combustível que move as mulheres X é feito da mesma matéria. Aí não surpreende que não haja da parte da nova presidente grávida do Yahoo! a preocupação em diminuir o ritmo ao se tornar mãe, posto que o filho será inserido nesse estilo de vida, não visto como obstáculo ou fator de mudança de hábito. Sua declaração de intenção foi criticada por defensores da prioridade da maternidade e posta em dúvida por pares masculinos, meio ciumentos da sua posição. Sem juízo de valor, sua decisão é totalmente coerente com seu percurso.</p>
<p>E o que dizer da jovem Jessa (vivida por Jemima Kirke) e seu estranhamento com aquilo que chamamos emprego? Jessa é como tantas da idade dela. As meninas que têm hoje entre 20 e 30, as superqualificadas Y, não se impressionam com as promessas de um sucesso corporativo distante nem se dispõem ao sacrifício necessário para conquistá-lo. Não misturam a persona profissional e a pessoal e querem é voltar cedo para casa e &#8220;ter vida&#8221;.</p>
<p>Podem parecer deslocadas e mimadas do ponto de vista do mundo empresarial de hoje, em que a geração anterior está no comando. Mas serão elas que darão as cartas e os pontos de vista no futuro. Seu desencanto é o que colheram dos exemplos atuais e do passado recente, com suas mães. Não dá para dizer que Jessa não seja totalmente coerente com esse percurso.</p>
<p>Para saber mais sobre o assunto, confira os <a title="Conte com Elas" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/conte-com-elas-estudo-webdoc" target="_blank">resultados do estudo Conte com Elas</a>.</p>
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		<title>Neovício</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 00:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pensou Mulher Pensou Abril</dc:creator>
				<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; O Movimento Pensou Mulher Pensou Abril já abordou o F.O.M.O. e a nomofobia e destaca o desejo de uma vida menos virtual por meio da tendência Olho no Olho, que sugere a desconexão total da tecnologia. Radical? Sim. Em tempos contemporâneos, a tecnologia parece essencial para tudo. Não é e em excesso faz mal, causa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/2012/12/02/neovicio/lola/" rel="attachment wp-att-11231"><img class="aligncenter size-full wp-image-11231" src="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/files/2012/12/lola.png" alt="" width="388" height="520" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Movimento <strong>Pensou Mulher Pensou Abril</strong> já abordou o <a title="F.O.M.O." href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/ansiedade-digital_vitrine">F.O.M.O.</a> e a <a title="nomofobia" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/_god_cel_vesa">nomofobia</a> e destaca o desejo de uma vida menos virtual por meio da tendência <a title="Olho no Olho" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/olho-no-olho">Olho no Olho</a><span style="color: #000080">,</span> que sugere a desconexão total da tecnologia. Radical? Sim. Em tempos contemporâneos, a tecnologia parece essencial para tudo. Não é e em excesso faz mal, causa dependência, e patologias como as citadas aqui acima.  A revista Lola de outubro, abordou o assunto da nomofobia, na matéria “Fora de área” , de Cristina Nabuco, com ilustrações de Alex Gross.</p>
<p>Ali, está explicado que “um nomofóbico clássico tem dificuldade de conter os arroubos de  fazer uma ligação, mandar um torpedo, navegar na rede. Fica abrindo e fechando o aparelho o tempo todo. Pode jurar que ele estava tocando ou vibrando, aí corre para atender e percebe que foi imaginação”. É o seu caso? Então é bom ficar atento. A matéria indica o livro iDisorder, do psicólogo americano Larry Rossen, que aborda os transtornos causados e potencializados pelo uso excessivo de iPhones e afins.  E reporta que “três em cada dez mulheres abririam mão da vida íntima (sexual) pelo smartphone, conforme pesquisa global da Ipsos com 19 271 adultos de 25 países”. Grave.</p>
<p>É bom ficar de olho em seus hábitos. E – quem sabe- experimetar um detox digital. Para saber mais sobre a dieta, <a title="Detox da vez" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/o-detox-da-vez">clique aqui</a>. Para ganhar inspiração e coragem, <a title="Lost memories" href="http://pensoumulher.abril.com.br/materia/o-maor-e-vicio-digital">clique aqui</a><span style="color: #000080"> </span>e confira o vídeo Lost memories.</p>
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		<title>Moda X arte no Conexões Contemporâneas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 13:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angélica Santa Cruz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É um dado dos últimos tempos: em algum momento, todo mundo se convenceu de que a especialização era o melhor caminho. Colocar todo o nosso talento, todas as nossas fichas profissionais, todos os nossos interesses em uma mesma área era o caminho. Mas aí parece que as pessoas estão cansadas da compartimentalização das áreas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 636px"><a href="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/2012/11/28/lola-discute-moda-x-arte-no-conexoes-contemporaneas/conexoes-contemporaneas/" rel="attachment wp-att-11071"><img class="size-full wp-image-11071" src="http://pensoumulher.abril.com.br/blog/editoras/files/2012/11/conexoes-contemporaneas.jpg" alt="Conexões Contemporâneas, evento de Lola, discute moda X arte " width="626" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Conexões Contemporâneas, evento de Lola, discute moda X arte</p></div>
<p>É um dado dos últimos tempos: em algum momento, todo mundo se convenceu de que a especialização era o melhor caminho. Colocar todo o nosso talento, todas as nossas fichas profissionais, todos os nossos interesses em uma mesma área era o caminho. Mas aí parece que as pessoas estão cansadas da compartimentalização das áreas de conhecimento – e não é à toa que os cursos livres estão explodindo por aí.</p>
<p>O Conexões Contemporâneas, evento promovido pela revista <strong><a title="Lola" href="http://mdemulher.abril.com.br/revistas/lola/" target="_blank">LOLA</a></strong>, junta grandes nomes de diferentes campos de atuação para mostrar que todo tipo de conhecimento se conecta, tudo é uma coisa só – é só saber ligar os pontos. O primeiríssimo encontro da série, construído em parceria com a OX, discutiu o seguinte: moda é arte?</p>
<p>Foi uma noite sensacional, na Casa das Rosas, aquele casarão lindão do Ramos de Azevedo em plena avenida Paulista – hoje um templo da poesia. Entre jogos de luzes e projeções de vídeos, a dama da moda Costanza Pascolato e o filósofo Luiz Felipe Pondé – com mediação feita pela escritora Hilda Lucas e por mim – discutiram o tema. Bons frasistas, bem-humorados, cheios de boas e fortes opiniões, eles falaram sobre o tema que atormenta a alma de quem trabalha com indústria criativa: arte e grana podem conviver? Criatividade é a mesma coisa que fazer arte?</p>
<p>Não daria, claro, para reduzir as ideias deles em um tweet – embora as frases deles, sobre quase tudo, tenham feito a festa das redes sociais. Mas, em linhas gerais, é o seguinte: Costanza acha que moda não é arte – e como pode acontecer com quase tudo, pode virar arte em alguns momentos bem específicos, quando transcende mesmo, vira outra coisa. Pondé acha que esperar que arte não envolva dinheiro é só um ideal romântico — coisa da burguesia enfadada dela mesma e procurando pureza onde ela não existe. Como na vida real arte envolve grana e moda envolve grana — as duas se equivalem nesse aspecto. Aí, então, está uma conexão entre as duas coisas. Além disso, ele vê o ato de se vestir como uma grande dramaturgia – e aí aparece outra conexão.</p>
<p>Parece papo cabeça – e até que é – mas a conversa foi uma delícia. O salão montado uma varandona no segundo andar da Casa das Rosas lotou – e todo mundo ficou por duas horas lá, ouvindo o bate-papo, entre momentos de reflexão e algumas boas risadas. Foi uma uma noite e tanto na avenida Paulista.</p>
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