O futuro é divertido?
O excelente workshop de Mídias Sociais promovido pela UN 1 na Editora Abril trouxe palestrantes de primeira linha e cases inspiradores do que está acontecendo no mundo das soluções virtuais e plataformas de rede. Gamificação, o tema da hora , abordado por Roberto Martini, presidente da agencia Cubocc, foi um dos tópicos mais instigantes. Faço aqui um rápido e raso resumo: a comunicação eficiente com o novo consumidor deve ser divertida, desafiadora e gratificante como um game.
Sua mente condicionada à emoção, ou melhor, ao frenesi provocado pelos jogos digitais reage visceral e positivamente ao processo interativo mais simples: o indivíduo dá um comando e alguma coisa acontece. Essa alguma coisa deve ser surpreendente, inteligente e , claro, emocionante. E deve fazer você identificar naquela marca ou produto por trás da ação alguma coisa positiva. Como no roteiro de um game, a recompensa é parte do jogo mas nem sempre o que mais conta. Ações geram reações e podem, no contexto próprio, vender tênis e hambúrgueres mas também fazer você reciclar lixo e melhorar o mundo.
E o que o Movimento Habla tem com isso? As mulheres não só fazem parte dessa geração “gamificada” (um número arrepiante : o game Angrybirds tem 1 milhão de downloads por dia) como são a grande maioria desse público: 77% das mulheres (que são as maiores freqüentadoras das mídias sociais) jogam em rede. Quem quiser falar com elas tem que entrar e conhecer as regras desse jogo.
Vejam dois exemplos incríveis de gamificação:




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